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3.3.08

Artesiano

Uma das coisas que eu, e muitos outros, diziamos sobre a eleição do Serginho Cabral pra governador, era que "melhor do que os Garotinhos tem que ser." E em alguns quesitos o vaticínio se revelou verdadeiro. O nível de corrupção passou de espantoso para alto. A atividade-meio do estado, que apesar de demonizada pelos proponentes acríticos do "estado mínimo" é essencial, se ajeitou. A Cedae passou a funcionar. As finanças se equilibraram.

MAS naquilo que é a pior crise do estado do Rio, que mata mais gente em seus territórios ocupados do que Israel na Palestina, o Sérgio Cabral provou que não há poço tão fundo que uma pá não sirva para aprofundá-lo. A mortandade policial aumentou em mais de cinquenta por cento, superando o nível de crescimento já robusto da era do diminutivo.

Não por muito tempo, afinal o Cabral já descobriu como resolver o problema das estatísticas criminais se deteriorando: é só mexer nas estatísticas. . Das poucas coisas boas que os Garotinhos fizeram (que faz com que o Rio esteja bem melhor do que os outros estados brasileiros em divulgação de dados de segurança) está sendo desmantelada pelo hômi.

3 comentários:

R disse...

A violência é o maior problema do Rio? MESMO?

Tiago disse...

Sim. As forças do Estado torturarem e matarem regularmente e em ampla escala é uma violação básica do estado de direito e da democracia. Pra boa parte da população fluminense, ainda se vive numa ditadura racista.

Farha disse...

A violência é o maior problema do Rio? MESMO?